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Suicídios de trabalhadores gaúchos no sistema prisional

Por Roniewerton Pacheco, policial penal

O Rio Grande do Sul enfrenta uma tragédia silenciosa. Nos últimos dez anos, a taxa de suicídio entre policiais militares, civis e penais disparou de forma alarmante. Entre 2019 e 2024, foram 51 vidas perdidas — número superior às mortes violentas ocorridas em serviço. O maior risco à vida desses profissionais não está nas galerias prisionais nem nas ruas, mas dentro de si mesmos: um sofrimento silencioso, alimentado por um sistema desumanizante que ignora o ser humano por trás do uniforme.
A realidade do policial penal é devastadora. Reconhecida pela OIT como uma das profissões mais estressantes do mundo, essa carreira é um campo de batalha psicológico. Superlotação carcerária, violência constante, infraestrutura sucateada e escalas imprevisíveis criam uma sobrecarga física e emocional permanente. Mas a crise vai além das condições materiais.
A cultura organizacional também adoece: a rápida ascensão de servidores recém-ingressos a cargos de chefia, sem experiência consolidada, revela uma hierarquia disfuncional. Esse modelo enfraquece a meritocracia, desvaloriza os profissionais mais antigos e destrói o espírito de corpo. Servidores experientes são empurrados a uma competição desigual, o que fere a coesão institucional e aprofunda a sensação de desamparo.
Esses servidores mais experientes são os guardiões da cultura prática de qualquer instituição — pública ou privada. São eles que conhecem os códigos não escritos, que orientam os mais jovens, que preservam a ética mesmo sob pressão. Apesar disso, são sistematicamente marginalizados. A ausência de apoio psicológico, os salários defasados e a precariedade das ferramentas de trabalho afetam profundamente sua saúde mental de totós os servidores novatos ou não.
O estigma em torno da saúde mental é a principal chaga silenciosa. Muitos evitam buscar ajuda por medo de parecerem frágeis ou comprometerem suas carreiras — um receio legitimado por uma cultura de silêncio e repressão emocional. O peso é ainda maior quando somado à ausência de tempo com a família, à exposição constante à violência e à estigmatização social. Estudos da Comprehensive Psychiatry apontam com clareza: a falta de suporte organizacional é um gatilho direto para casos de depressão, ansiedade e suicídio.
É urgente romper esse ciclo. Valorizar os servidores, ousar em promover as mudanças necessárias visando garantir suporte emocional e construir uma política institucional que enxergue o humano é mais do que uma necessidade.
É hora de valorizar quem sustenta o sistema com sua humanidade e profissionalismo.

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